“Acessibilidade, além dos espaços físicos.”

“Acessibilidade, além dos espaços físicos.”

O Programa de Assistência Social da Apae de Belo Horizonte proporcionou aos familiares dos usuários uma visita orientada à exposição “Acessibilidade. Além dos espaços físicos.”, na Galeria de Arte da Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa (Praça da Liberdade, 21 – Funcionários).

Foi uma promoção do SI – Swedish Institute, órgão público da Suécia, cuja missão é estabelecer cooperações e relações duradouras com outros países por meio de comunicação estratégica e intercâmbios nos campos da cultura, educação, ciência e negócios. O SI trabalha de maneira bem próxima às embaixadas e consulados suecos no mundo inteiro.

Dez brasileiros e 14 suecos foram entrevistados e fotografados com o objetivo de contar suas histórias pessoais e suas fotos estão em conexão com o projeto AccessAbillity – uma exposição sueca que viaja o mundo para levantar questões sobre acessibilidade e inclusão social de pessoas com deficiências físicas ou intelectuais. Os fotógrafos Diego Bresani e Markus Marcetic registraram, respectivamente, os brasileiros e os suecos.

Estes retratos podem ser resumidos em uma única palavra: dignidade. Viver com dignidade, independente de qualquer deficiência, é um direito humano, segundo a Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência.

Isso não quer dizer que a luta em prol da igualdade já foi vencida. No entanto, conceder a todos a oportunidade de serem vistos e ouvidos é um passo nesta jornada.

Suas histórias não representam o fim de suas jornadas – são retratos de momentos pontuais na Suécia e no Brasil – mas são suficientes para percebemos as diferenças nos apoios que cada país proporciona aos seus cidadãos com deficiência.

Como parte do passeio cultural, foi oferecido um piquenique nos jardins da Praça da Liberdade, com toalha xadrez, café, chá, suco, sorvete, iogurte, biscoitos e muita descontração, que acabaram por divulgar um equipamento público gratuito, acessível e uma experiência muito agradável.

As participantes ressaltaram a acessibilidade arquitetônica da exposição, bem como a disposição das fotos e dos depoimentos e o recurso de audiodescrição disponível, que permite ao usuário receber a informação contida na imagem, por meio de fones de ouvido, ao mesmo tempo em que esta aparece, possibilitando que a pessoa desfrute integralmente da obra.

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