Prosegur participa de atividades na APAE-BH

A parceria entre a Apae de Belo Horizonte e a empresa de segurança privada Prosegur vem se consolidando a cada ano. Numa manhã repleta de ações voltadas para a inclusão social, os funcionários (voluntários) da Prosegur participaram, no último sábado, 14/07, de uma palestra em formato de quiz sobre os mitos e verdades em relação à deficiência intelectual. Os voluntários participaram também da prática de Slackline e de oficinas como a de culinária. Além disso, eles cultivaram uma horta numa das Casas Lares da Apae-BH.

Durante o quiz, o psicólogo da Apae-BH, Jeyverson Mendes, esclareceu que a pessoa com deficiência intelectual pode trabalhar, namorar e ter uma vida sexual ativa. Dentre outros mitos, ele relatou também que a pessoa com paralisia cerebral nem sempre tem deficiência intelectual.

Após o quiz, os voluntários da Prosegur se dividiram para participar das oficinas oferecidas. Eles puderam conferir a prática do Slackline e participar da oficina de temperos, ministrada por Carmen dos Santos, instrutora do serviço de “Trabalho, Emprego e Renda”. Na Casa Lar São Paulo, os voluntários colocaram as mãos na terra e deram início ao cultivo de uma horta.

Segundo a mãe social, Norma Ribeiro, “essa interação é importante para os usuários porque eles ficam ansiosos com a chegada dos voluntários e, quando eles chegam, querem conhecer, conversar. Eu fico feliz em ver a alegria deles.“ Para Maria dos Anjos, moradora da Casa Lar São Paulo, esses eventos são especiais: “Fiquei muito feliz com a presença deles. Eu fiz novas amizades, ri bastante e agora a minha casa tem uma horta”, afirmou.

Ao final, os voluntários participaram da brincadeira de “passa ou repassa” sobre os mitos e verdades acerca da deficiência intelectual.

Ações como esta só fazem bem para quem delas participa.

O Serviço de Acolhimento Institucional – Casa Lar oferece acolhimento para 51 moradores, jovens e adultos com deficiência intelectual e múltipla e que requerem apoios intermitentes, extensivos e generalizados. Esses moradores têm os vínculos familiares rompidos ou fragilizados e não dispõem de condições de autossustento e/ou de retaguarda familiar temporária ou permanente. Desde 1997, este Serviço é desenvolvido pela Apae de Belo Horizonte em parceria com a Secretaria de Estado de Trabalho e Desenvolvimento Social de Minas Gerais e, atualmente, conta com 8 Casas Lares inseridas na comunidade.

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