Recentemente teve surpresa e comemoração na Clínica Intervir, da Apae-BH. Luiz Henrique Fulgêncio Barbosa, de três anos, se submeteu a um mês de tratamento intensivo no PediaSuit e teve excelente evolução em seu quadro de saúde, além de ter se identificado com a equipe da instituição. Muito feliz com os resultados, sua mãe, Marianne Luiza Fulgêncio Silva, preparou uma “festinha de gratidão”, como ela mesma chamou, com direito a bolo personalizado com a logo da Apae-BH e um clima de alegria e emoção.

“Lulu”, como o menino é carinhosamente chamado por sua família e pelos colaboradores da clínica, tem hidrocefalia. Marianne contou que ele já fez vários tratamentos em outros locais, que ela já tinha ouvido falar muito sobre o PediaSuit e que gostaria que o Luiz pudesse fazer. Ela procurou a Apae-BH e, quando foi chamada ficou muito feliz e animada. Marianne comentou que foi muito bem acolhida pelos colaboradores e completou: “Eu me senti muito bem e conforme os dias foram passando fui ficando ainda melhor. Era como se eu estivesse em casa e como se o meu filho sempre tivesse feito tratamento na Apae-BH.”

A identificação entre a criança e a equipe foi quase imediata. Sua mãe disse: “Víamos a expressão no rosto dele. A Taíssa Borges, Fisioterapeuta, o tratou com todo carinho e paciência, estimulando-o durante todo o tratamento.”

A mãe destacou que para ela isso é fundamental, pois percebeu que Taíssa trabalha com amor. “Eu fiquei deslumbrada e apaixonada com a Apae-BH e quero que meu filho continue sendo tratado aqui. A conexão do Luiz com a instituição foi muito positiva. Quando ele chorava ou ficava irritado, a Taíssa conversava com ele e encontrava uma forma de se comunicar que o acalmava”, completou.

Marianne comentou ainda que toda a equipe de profissionais os tratou com carinho e dedicação e a cada conquista do Luiz, todos ficavam felizes junto com ela. Mesmo com a longa duração dos atendimentos, ela contou que nem via o tempo passar, e afirmou: “A Apae-BH ganhou o meu coração por completo. Meu filho tem uma deficiência grave, mas ele foi muito estimulado. Eu observei várias estimulações sensoriais, para ensinar a brincar. Foram coisas que eu nem imaginava. Eu vi que o PediaSuit não é só para a parte motora. Meu filho ganhou muito em relação à parte motora, mas o neurológico expandiu de uma forma que me impressionou, pois eu não esperava. O Luiz agora é uma criança muito mais ativa, que brinca e interage mais, que manda beijos, senta, levanta, etc. Para mim foi surpreendente e eu estou agradecida e feliz.”

A fisioterapeuta Taíssa Borges, que desde o início do tratamento esteve com o garoto, comentou: “O PediaSuit do Luiz Henrique me surpreendeu muito. A cada dia ele mostrava que tem muita potencialidade, que é guerreiro e que pode chegar muito mais longe. Cada momento que passei com ele foi emocionante, cada sorriso e intenção de fazer algum exercício me deixava muito feliz.” Taíssa afirmou que a evolução foi nítida e que agora Luiz está bem mais ativo e faz troca de posturas. “Ele, que não ficava em pé, passou a fazê-lo sem o uso de polainas e melhorou muito a postura de tronco, de cabeça, e o equilíbrio. Então, foi um mês de PediaSuit muito emocionante.” Sobre a “festinha da gratidão”, a fisioterapeuta se comoveu: “Ter uma surpresa preparada pela Marianne, com bolo e dedicatória, me fez ver com mais nitidez que o meu trabalho valeu à pena e que isso é o que eu amo fazer. Ver a gratidão no rosto de cada criança e de cada mãe me deixa muito emocionada. Foi muito lindo!”

Marianne finalizou: “Eu decidi fazer a festinha porque o primeiro PediaSuit a gente nunca esquece. É um sentimento que vai ficar na minha memória para o resto da vida. Estou muito grata pelo meu filho ter participado e por eu ter sentido tudo o que eu senti”.

Agora, Luiz fará a manutenção do tratamento, que também tem duração de um mês, mas em menos dias da semana.

 

Tratamento PediaSuit:

Este tratamento é um recurso terapêutico composto por uma vestimenta ortopédico-terapêutica e uma estrutura metálica denominada “gaiola” que, combinadas com sessões intensivas de exercícios de fisioterapia e terapia ocupacional, durante 3 horas por dia, 5 dias por semana, durante 4 semanas, podem trazer resultados surpreendentes aos usuários e suas famílias. Essas sessões são destinadas ao tratamento de pessoas com paralisia cerebral, atraso no desenvolvimento neuropsicomotor. Todos os usuários deste tratamento têm de se submeter a uma avaliação clínica, apresentar relatório médico e preencher os pré-requisitos definidos pelo Protocolo.

 

Crédito: Assessoria de Comunicação Apae-BH

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